Bacharel de Direito, estudante de Teologia, pós graduanda de Direito, escritora, empresária e blogueira. Quase mulher, quase gente, quase anjo, quase santa. Apaixonada por nuvens e mar. Nem muito doce e nem tanto amarga. Feita de carne, osso, pele, cor e poema.

15 de agosto de 2011

Ao meu pai!

Bob,
23 anos se passaram na minha vida e tão só aos 23 anos é que eu descobrir o que é AMOR DE PAI, AMIZADE DE PAI, CARINHO DE PAI E CUIDADO DE PAI.
Sempre fui metida a independente, saí de casa muito cedo, nem queria escutar o que era certo ou errado, o que era permissível ou não, apenas queria seguir a minha vida com as minhas loucuras instaladas no juízo, se isso foi bom? Foi ótimo!! Cresci e como cresci, longe das asas dos pais, mas nunca longe do coração.
Contudo, hoje eu me sinto realizada como filha, por poder neste momento de minha vida ser presente, ausente quando preciso, ter e dar o ombro, posso dizer que me sinto feliz que mesmo com todos as diferenças existentes entre nós.
Compartilhar desde o bom dia até a boa noite significa ser cúmplice dos risos fáceis, das piadas malvadas, do ritmo sonoro ridículo, da imaginação fértil sobre assuntos polêmicos, das comemorações bestas apenas para dividir uma cerveja gelada. Aquelas palavras inventadas que são impossíveis de serem esquecidas, as imitações irresistíveis e os apelidos inusitados.
Além de tudo, ser um Pai-avô, ou melhor, um Painho para nossa pequena que é uma tarefa não muito fácil, ser o suporte, a representatividade masculina da forma que é, sem dúvidas, isso é apenas para heróis, heróis como o senhor: Raimundo Soledade.
Insípido, inanimado, inodoro e incolor é assim que gosta de ser traduzido, és o meu pai, o pai que eu pedi a Deus, o do colo, do carinho, da simplicidade e da confiança.
Sou feliz, por tê-lo como Pai, amigo, cúmplice, companheiro, irmão, quebra-galho, palhaço e outras coisas mais.
É muito amor que carrego nessa vida! Amamos-te muito!


Juliana e Maria

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